Coordenadores: Marta Mega de Andrade e André Leonardo Chevitarese
Sala: 213
E-mail: nucleophilos@gmail.com | Portal
Coordenadores: Marta Mega de Andrade e André Leonardo Chevitarese
Sala: 213
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Coordenadores: Lise Sedrez e José Augusto Pádua
E-mail: labhen.ufrj@gmail.com
A Diretoria Adjunta de Extensão está com novo endereço de e-mail: extensao.ih.ufrj@gmail.com
Diretor: Prof. Dr. Alexandre Enrique Leitão
A diretriz Indissociabilidade Ensino – Pesquisa – Extensão reafirma a Extensão Universitária como processo acadêmico. Nessa perspectiva, o suposto é que as ações de extensão adquirem maior efetividade se estiverem vinculadas ao processo de formação de pessoas (Ensino) e de geração de conhecimento (Pesquisa).
No que se refere à relação Extensão e Ensino, a diretriz de indissociabilidade coloca o estudante como protagonista de sua formação técnica – processo de obtenção de competências necessárias à atuação profissional -, e de sua formação cidadã – processo que lhe permite reconhecer-se como agente de garantia de direitos e deveres e de transformação social.
Essa visão do estudante como protagonista de sua formação técnica e cidadã deve ser estendida, na ação de Extensão Universitária, a todos envolvidos; por exemplo, alunos, professores, técnico-administrativos, pessoas das comunidades, estudantes de outras Universidades e do ensino médio. Dessa maneira, emerge um novo conceito de ‘sala de aula’, que não mais se limita ao espaço físico tradicional de ensino-aprendizagem. ‘Sala de aula’ são todos os espaços, dentro e fora da Universidade, em que se apreende e se (re)constrói o processo histórico-social em suas múltiplas determinações e facetas. O eixo pedagógico clássico ‘estudante – professor’ é substituído pelo eixo ‘estudante – professor – comunidade’. O estudante, assim como a comunidade com a qual se desenvolve a ação de Extensão, deixa de ser um mero receptáculo de um conhecimento validado pelo professor para se tornar participante do processo. Dessa forma, ele se torna também o tutor (aquele que apoia o crescimento possibilitado pelo conhecimento), o pedagogo (aquele que conduz, de mãos dadas, o processo de conhecimento) e o orientador (aquele que aponta a direção desse processo). Assim, no âmbito da relação entre Pesquisa e Ensino, a diretriz Indissocibialidade Ensino – Pesquisa – Extensão inaugura possibilidades importantes na trajetória acadêmica do estudante e do professor.
Na relação entre Extensão e Pesquisa, abrem-se múltiplas possibilidades de articulação entre a Universidade e a sociedade. Visando à produção de conhecimento, a Extensão Universitária sustenta-se principalmente em metodologias participativas, no formato investigação-ação (ou pesquisa-ação), que priorizam métodos de análise inovadores, a participação dos atores sociais e o diálogo, de forma a apreender saberes e práticas ainda não sistematizados, aproximar-se dos valores e princípios que orientam as comunidades e, assim, contribuir para sua transformação em direção à justiça, solidariedade e democracia. Para tanto, é preciso que os envolvidos na ação tenham clareza dos problemas sociais sobre os quais pretendem atuar, do sentido e dos fins dessa atuação, do ‘arsenal’ analítico, teórico e conceitual a ser utilizado, das atividades a serem desenvolvidos e, por fim, da metodologia de avaliação dos resultados (ou produtos) da ação e, sempre que possível, de seus impactos sociais.
Ainda no âmbito da relação Extensão – Pesquisa, esta Política propugna fortemente o desenvolvimento de dois processos na vida acadêmica. O primeiro refere-se à incorporação de estudantes de pós-graduação em atividades extensionistas. Essa importante forma de produção do conhecimento – a Extensão Universitária – pode e deve ser incorporada aos programas de mestrado e doutorado, o que pode levar à qualificação tanto das ações extensionistas quanto da própria pós-graduação. O segundo desenvolvimento que aqui se defende é a produção acadêmica a partir das atividades de Extensão, seja no formato de teses, dissertações, livros ou capítulos de livros, artigos em periódicos e cartilhas, seja no formato de apresentações em eventos, filmes ou outros produtos artísticos e culturais.
Fonte: PR5 – UFRJ
O Sistema de Informação e Gestao de Projetos (SIGProj) tem como objetivo auxiliar o planejamento, gestão, avaliação e a publicização de projetos de extensão, pesquisa, ensino e assuntos estudantis desenvolvidos e executados nas universidades brasileiras. O SIGProj está sendo desenvolvido por pesquisadore e alunos de várias universidades brasileiras (formando uma comunidade SIGProj) sob a coordenação do Ministério da Educação (MEC).
O SIGProj se originou do Sistema de Informação em Extensão Universitária (SIEX) desenvolvido em parceria do Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (FORPROEX) e Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O foco principal do SIEX é atender a demanda de registro, gestão, monitoramento e avaliação on-line de ações de extensão.
A proposta do SIGProj é agilizar o processo de envio de projetos por meio da Internet e consequente parecer técnico de comitês e câmeras, acompanhando e monitorando as atividades da proposta durante as fases de planejamento, execução e avaliação. Além de auxiliar na gestão universitária, tem como objetivo principal contribuir para democratizar todas as informações para a comunidade universitária e a sociedade provendo transparência pública.
A elaboração de projetos é realizada em formulário on-line no SIGProj e diretamente pelo coordenador/tutor da proposta, nas respectivas unidades institucionais, conforme as normas de cada instituição. Para cadastrar um projeto, o coordenador deverá estar vinculado à sua instituição e ter um cadastro prévio de pesquisador no SIGProj.
A consulta a esse rico banco de dados do SIGProj é aberta a toda a comunidade, sem a necessidade de cadastro prévio, senhas ou login, bastando clicar no item “CONSULTAS” do menu e formular a sua pesquisa.
Fonte: Site SIGProj

Coordenador: Gabriel Castanho
Sala: 211-B
E-mail: lathimm.ufrj@gmail.com
O Programa de Pós-Doutoramento do Instituto de História é regulado pela Resolução CEPG 04/2018, que criou o Programa Institucional de Pós-doutorado na UFRJ (PIPD), e tem por finalidade fortalecer e expandir as redes intelectuais e fomentar a pesquisa e o debate entre os professores do Programa de Pós-Graduação em História Social – PPGHIS e do Programa de Pós-Graduação de História Comparada – PPGHC e pesquisadores-doutores interessados nessa interlocução acadêmica.
O pesquisador-doutor interessado em ingressar no Programa de Pós-Doutoramento do IH-UFRJ propõe inicialmente seu plano de trabalho a um professor de um dos Programas de Pós-Graduação (PPGHIS e PPGHC). O professor do IH-UFRJ, ao aceitar ser supervisor do estágio pós-doutoral, assume a interlocução com o projeto e a responsabilidade de incorporar o pesquisador às atividades acadêmicas do laboratório ou núcleo de pesquisa ao qual pertença.
O candidato ao pós-doutorado deverá apresentar a seguinte documentação para a Coordenação do Programa de Pós-graduação, a saber: (1) requerimento de inscrição; (2) projeto de pesquisa e plano de atividades a ser desenvolvido; (3) carta de anuência do supervisor de pós-doutorado; (4) currículo do candidato ao pós-doutorado; (5) comprovação do título de doutor; (6) cópia do documento de identidade ou, no caso de estrangeiro, passaporte.
Os estágios pós-doutorais deverão sempre ser aprovados em reuniões do Colegiado do Programa de Pós-Graduação em que o pesquisador irá atuar e podem, para efeitos de certificação, ter a duração de quatro meses a cinco anos no total. Durante o período do estágio, o IH-UFRJ coloca à disposição do pesquisador os recursos de que dispõe, no sentido de auxiliar a realização do plano de pesquisa proposto. Além do projeto de pesquisa, o plano de trabalho do pós-doutorando deve contemplar atividades no âmbito da Graduação e das linhas de pesquisa da Pós-Graduação.
Distinguem-se, para efeitos dos deveres do pós-doutorando, os requisitos para solicitação de ingresso no Programa de Pós-Doutoramento do IH-UFRJ, de acordo com o tempo de titulação e vínculo institucional. O pesquisador com cinco anos ou menos de doutoramento e o pesquisador não vinculado a instituições de ensino superior deverá apresentar projeto de pesquisa; plano de trabalho com detalhamento das atividades acadêmicas a serem desenvolvidas na Graduação e da Pós-Graduação; plano de curso de disciplina para Graduação. O pesquisador com mais de cinco anos de doutoramento e o pesquisador vinculado a instituições de ensino superior, com licença das suas atividades docentes, deverá apresentar projeto de pesquisa e plano de trabalho com detalhamento das atividades acadêmicas a serem desenvolvidas no âmbito da Graduação e da Pós-Graduação. Entendem-se como atividades que podem ser desenvolvidas por um pós-doutorando, em acordo com seu supervisor, por exemplo, a organização de seminários, a oferta de cursos na Graduação e da Pós-Graduação, a apresentação de palestras em disciplinas da Graduação e da Pós-Graduação, a orientação de pesquisas de Iniciação Científica.
Ao ingressar no Programa de Pós-Doutoramento do IH-UFRJ, o pesquisador assume o compromisso de desenvolver seu projeto de pesquisa, participar das atividades acadêmicas do IH-UFRJ, apresentar um relatório final com balanço do estágio pós-doutoral, que deverá conter: resumo das atividades realizadas, lista das produções (artigos, livros, patentes, realizações artísticas, entre outras) decorrentes da pesquisa com suas cópias ou comprovações, quando possível, e parecer do supervisor sobre as atividades realizadas.
Após a aprovação do relatório final pela Comissão Deliberativa do Programa de Pós-graduação, o pesquisador fará jus a um certificado emitido pelo sistema, no qual constará o número total de horas de atividades realizadas.
Para acessar a Resolução CEPG 04/2018: Clique aqui.
Para acessar o Roteiro para registro e solicitação de certificado deste programa (atualizado em 13/06/2019): Clique aqui.
Regulamento aprovado em Reunião da Congregação do IH-UFRJ em 15 de dezembro de 2011.
Adequação ao PIPD aprovada na 78ª Reunião Ordinária da Congregação do IH realizada em 26 de junho de 2019.